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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Crescimento interior...


Olá boa tarde! Estou postando aqui a continuação do artigo anterior. É muito interessante e esclarecedor, mas como era muito longo resolvi postar em duas partes. Espero que gostem.



Cont......
Cultura do sofrimento
No livro Reforma Íntima Sem Martírio, Ermance, falando sobre o sofrimento, assim se expressa:
“O culto à dor tornou-se uma cultura nos ambientes espíritas. Condicionou-se a idéias de que sofrer é sinônimo de crescer, de que sofrer é resgatar, quitar. Portanto, passou-se a compreender a “dor-punitiva” como instrumento de libertação, quando, em verdade, somente a dor que educa liberta. Há criaturas dotadas de largas fatias de conhecimento espiritual sofrendo intensamente, mas continuam orgulhosas, insensatas, hostis e rebeldes.”
Se nossa humanidade está transitando de mundo de provas e expiações para a condição de regeneração, está claro que a nossa mentalidade também precisa ser reformulada, para atender com segurança as necessidades dessa transição. Se continuarmos engessados no pensamento antigo, calcado na temática do sofrimento como necessidade expiatória, como poderemos trabalhar pelo novo modelo?
Aquela idéia de que “vamos sofrer resignadamente porque receberemos recompensas no mundo espiritual” está começando a mudar para um discurso mais saudável e progressista: “vamos buscar o nosso crescimento interior, desenvolver nossas qualidades superiores, nossas potencialidades e principalmente o amor; ajudar a comunidade, procurando levar-lhe as verdades espirituais, além de trabalhar visando conscientizá-la quanto à importância da sua participação na transformação do mundo; auxiliar o ser humano a comandar seus estados de espírito, a erguer-se e caminhar com os próprios pés”.
É a cruz transformando-se em instrumento de trabalho, de crescimento e de alegria.
A “cultura do sofrimento” nos oprime, a da “auto-ajuda” nos dá vitalidade, alegria e promove saúde e bem-estar, tornando-nos seres mais plenos.
Pela “cultura do sofrimento”, o espírita não deve ser uma pessoa feliz, alegre, de bem com a vida, e não deve vivenciar prazeres, nem mesmo os mais inocentes, mas ter sempre presente a sua realidade de “grande devedor”, que, por misericórdia divina, está tendo a oportunidade de carregar seu pesado carma, arrastando-o vida afora, com as lágrimas escorrendo pelo rosto ou sufocadas em angústias interiores, e a esperança de vir a ser feliz depois que retornar ao mundo espiritual.
A propósito, aqui cabe uma perguntinha: será que Deus é misericordioso, ou tão somente nos AMA? Quem ampara alguém por amá-lo não está usando de misericórdia, mas vivenciando seu amor.
Quanto à “cultura do sofrimento”, será que Deus criou os seres para sofrerem?
Já a auto-ajuda, ao contrário do que muitos espíritas entendem, significa desenvolver recursos internos para transformar velhas viciações da alma em valores positivos, naqueles mesmos que Jesus ensinou; buscar meios para construir em si mesmo a paz, a harmonia e o equilíbrio; cuidar melhor do interior, para que o corpo responda com saúde e bem-estar.
Cultivar estados de espírito leves, otimistas, fraternos, confiantes, de esperança e de contentamento, representa poderosa ajuda que podemos dar a nós mesmos.
E lembremos que o Mestre sempre dizia: “Levanta-te e anda”. Que lição terá desejado nos ensinar com tal atitude?
O grande papel do sofrimento e das dificuldades não é, pois, o da mão que castiga, mas sim o do professor que ensina a ciência do bem-viver.
As responsabilidades que assumimos com o trabalho na seara espírita e o respeito que lhe devemos não precisam revestir-se com ar carrancudo, mas devem refletir-se em atitudes que iluminam, levantam, fortalecem, tornando o ambiente mais fraterno e mais feliz.


Cultura da conformação

Mas a “cultura do sofrimento” também carreia outras posturas com aspectos negativos, tais como a da conformação.
Por certo é importante aceitarmos o sofrimento que não pudermos mudar, mas há diferenças entre aceitar e conformar-se, como também é indiscutível que podemos, sempre, mudar nossa vida para melhor, começando por melhorar os próprios estados de espírito e as atitudes. E, mesmo aceitando o sofrimento como necessário à evolução, ou como retorno de atos do presente ou do passado, devemos recebê-lo como lição e não como carga.
Por esses novos enfoques, podemos também perceber a importância de começarmos a mudar aquele tom que é usado em alguns centros espíritas, o da voz melíflua, chorosa, piegas, orientando para a conformação, colocando como exemplo os sofrimentos de Jesus e acenando com as recompensas futuras. A nova civilização que está para nascer pede discursos diferentes, aproveitando, inclusive, o melhor que já existe na área do conhecimento humano, visando ao crescimento da criatura em toda a sua plenitude.
Assim, entendemos que é hora de começarmos a abandonar algumas idéias equivocadas, como aquelas de comprar um lugar no Céu, ou na colônia espiritual Nosso Lar, através da conformação, uma postura estagnante que ainda voeja nas cabeças de muitos espíritas, quando entendem ser necessário sofrer a fim de purificar a alma, ou para pagar culpas do passado, como se apenas pagar essas culpas fosse o suficiente para elevar alguém a planos mais luminosos.
 Certamente, no novo modelo que deverá nortear o mundo de regeneração, serão utilizados caminhos outros, que não apenas a dor, para a evolução dos seres.
A largueza de vistas do Espiritismo mostra ao ser humano que ele deve buscar a felicidade, o bem-estar, o contentamento, desde que não arranhe a ética cósmica, ou seja, as leis de Deus.


Crescimento interior

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. (Chico Xavier)

Em nossa orgulhosa imaturidade, sempre acreditamos que sabemos tudo.
Se nos chega às mãos algo, uma mensagem, um livro, que trata de questões relacionadas com a nossa reforma moral ou crescimento interior, de imediato nos domina a idéia de que nada ali será novidade para nós, que já conhecemos tudo a esse respeito. Isto se explica em razão dos nossos percursos mais ou menos longos no estudo do Evangelho e seus desdobramentos.
Mas quando nos debruçamos sobre trabalhos como esses da coleção de livros do espírito Ermance Dufaux, começamos a perceber neles novos enfoques, novos desdobramentos, objetivos práticos e podemos dizer, com tranqüilidade, que estamos diante de novos paradigmas. Em seguida, observamos o quanto estamos necessitados de transformar velhas idéias (que foram boas para a época em que dominaram) em novos rumos, em novas vivências, em novas atitudes.
E essas mudanças, percebemos, precisam ser radicais.
Dessa forma, decididos a trabalhar pela nossa renovação, começamos a procurar mais recursos para nos alavancar os propósitos. O Mestre disse: “A quem bate, abrir-se-á; quem procura, encontra”.
Um desses recursos encontramos numa palestra no Fórum Espírita de Pernambuco, em 2004, quando o Lama Padma Samten, falando sobre compaixão e amor pela ótica budista, nos dá uma nova dimensão a esses valores.
Pela sua extensão, que não caberia num trabalho como este, reproduzimos apenas o final da palestra:
“Digamos que alguém olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa. Pelo olhar compassivo, em vez de observar se gosta dela ou não, pergunta como é que ela se sente sem a luz do sol, a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras.
Quando olhamos uma planta pensando se gostamos dela ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar.
Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver, com os olhos do bom jardineiro, quais as flores e frutos que essa planta tem escondida dentro dela e que ela mesma não sabe.
Quando, em algum momento da nossa infância, alguém (nossos pais, professores ou qualquer outra pessoa) nos olhou e viu em nós as sementes e flores que tínhamos dentro de nós e não sabíamos, amorosamente umedeceu a terra onde vivíamos, para que pudéssemos crescer e nos desenvolver. A essa capacidade, essa inteligência de olhar o outro e reconhecer nele qualidades positivas, a isso, no budismo, chamamos de amor.
Olhar o outro e ver o que afeta a existência dele, para nos manifestarmos de forma positiva e para remover os obstáculos, isso é compaixão; para promover as qualidades positivas, isso é amor.
Existem cinco formas de compaixão apresentadas pelo budismo, através de cinco cores.
A primeira é o azul. Através dessa cor, nós olhamos para o outro e o acolhemos; também perguntamos quais as flores e frutos escondidos nesse ser.
Temos a compaixão amarela, de um amarelo-dourado, que significa generosidade, riqueza, meios. Então, quando vamos ajudar alguém, nós podemos não somente ouvi-lo, entendê-lo, aspirar ao bem, mas podemos eventualmente fazer algo mais.
Vamos supor, como acontece lá no sul do Brasil, de tanto em tanto, que o rio subiu e a casa foi destruída. Podemos visitar o desabrigado e dizer: “Você não se preocupe tanto... isto passa”. É uma boa ajuda, mas, com a cor amarela, podemos auxiliar para que passe mais rápido, oferecendo um suporte prático.
Depois temos a cor vermelha, que simboliza o eixo. Ela vem da sedução, daquilo que nos encanta. Então, que possamos produzir no outro um encantamento positivo, um eixo positivo. Assim, a cor vermelha vai nos ajudar a dizer àquela pessoa que é melhor não reconstruir a casa no mesmo lugar, porque o rio pode subir de novo. Dessa forma, muitas vezes não basta que se ajude o outro a reconstruir, mas que o ajude a fazê-lo numa situação melhor. Para isso precisamos da sabedoria dos eixos. Para os nossos filhos, não podemos abdicar disso. Não precisamos impor os eixos, eles não são impostos. Mas se dissermos que não devemos ajudar o outro a criar uma estrutura positiva, um referencial positivo, estaremos nos omitindo e isso seria uma atitude sem compaixão.
Assim é muito necessário que repitamos as palavras dos grandes mestres, que vivamos essas palavras, estudemos isso e entendamos, ajudando os outros a compreender como viver melhor. Se não ajudarmos ou outros nesse sentido, isso será uma falha da nossa compaixão.
No entanto não bastam essas três formas.
Há um momento em que vemos uma criança puxando uma toalha com uma leiteira de leite fervente em cima. Se não gritarmos, a criança puxa e se machuca. Quando gritamos, nós não nos opomos à criança. Nós estamos a favor dela. Quando dizemos: “Não faça isso”, nós interrompemos uma ação negativa. Então muitas vezes é necessário manifestar o que se chama a cor verde. No budismo, isso é chamado “a família karma”, em que vemos a negatividade surgindo e a obstruímos. Nós nos impomos diante da negatividade, interrompendo-a. Não somos contra a pessoa, somos a seu favor.
E há ainda a cor branca, a culminância da compaixão, porque, ainda que eu acolha, ainda que propicie meios, ainda que ofereça eixos, ainda que obstaculize a negatividade, se não revelar a natureza ilimitada, não tive a compaixão, a generosidade, a amorosidade de descobrir essa natureza ilimitada e oferecer às outras pessoas. Então as outras compaixões são muito menores, são quase sem sentido.
O que dá sentido à vida é que todos marchamos para a consciência da natureza última e vivemos inseparáveis disso. A nossa vida não teria culminância, não teria completude, sem a cor branca em que nós reconhecemos a natureza ilimitada. Então, a compaixão maior é podermos oferecer aos outros essa natureza.”
Por esses enfoques do Lama, começamos a perceber que alguns valores cultivados por nós, aos quais chamamos de piedade e caridade, geralmente nos situam acima do outro, por isso estão precisando ser transmutados em compaixão e em amor.
Se prestarmos atenção, perceberemos quão infinitas vezes em nosso cotidiano podemos usar essa compaixão tão bem explicada pelo Lama.
Por exemplo, quando vemos uma pessoa feia, ou desagradável, colocamo-nos interiormente em posição superior a ela. Mas se a olharmos com olhar compassivo, pensando nas imensas dificuldades que deve enfrentar, por causa da sua condição, enviaremos a ela uma vibração de simpatia, de fortaleza, de soerguimento. Isto é muito melhor para nós e é bom para ela.
Da mesma forma, ao nos depararmos com um tipo mau, repugnante ou facínora, pelo olhar compassivo veremos que seu espírito é da mesma essência que o nosso e que apenas está vivenciando fases primárias em suas experiências evolutivas, em patamares ainda degradantes, mas um dia sua luz interior irá iluminá-lo por completo, como acontecerá também com nós outros. Então lhe enviaremos uma vibração de afeto e de indução ao bem.
Observe, caro leitor, as profundas diferenças que existem entre a nossa “piedade” e “caridade”, e a compaixão e o amor, vistos pelo enfoque budista, que certamente deverá vir a ser também o do espírita.
Quando conseguirmos perceber as profundas diferenças entre uma e outra e nos imbuirmos da decisão de adotar a compaixão e o amor como atitudes predominantes, em breve poderemos observar como o nosso interior mudou.
Pense em quantos benefícios haverá para o movimento espírita e para todos aqueles que, de alguma forma, são alcançados por sua atuação, quando conseguirmos vivenciar verdadeiramente esses dois valores.
Mas não espere o movimento espírita adotar tais posturas para engajar-se junto com ele. Decida-se, você mesmo, como unidade que é dentro do todo, porque é de pequenas unidades, ou seja, de exemplos e vivenciamentos que o bem vai se alastrando, podendo vir a alcançar dimensões imprevisíveis.
Decididos, assim, a trabalhar pela nossa renovação, acabamos também entendendo como é importante começar a encarar nossa verdadeira face, porque já estamos suficientemente amadurecidos; aprender a olhar para dentro de nós com clareza e, apesar das inferioridades ali encontradas, amar-nos mais do que nunca, a amar a nossa luz e também a nossa sombra, porque tudo isto faz parte natural do nosso crescimento.
Dessa forma, amando-nos, compreendemos como é urgente darmos mais um passo, subirmos mais um degrau e mudarmos velhos paradigmas que foram criados em razão da nossa pouca idade sideral.
Ao invés de tentarmos “matar” em nós o homem velho, que representa tudo de bom e de ruim que vivenciamos ao longo dos milênios e das reencarnações e que forma a estrutura do nosso psiquismo, devemos amá-lo e conquistá-lo para transmutar suas sombras em luz.
A época não é de destruição, mas de crescimento.


Crescimento interior na prática

No livro Laços de Afeto, Ermance pergunta: “O centro espírita tem arregimentado um programa para ensinar a transformação íntima? Tem havido clima nos grupos para que os tarefeiros possam dialogar construtivamente sobre seus conflitos?” “Temos nos iludido, transferindo responsabilidades pessoais para as ações obsessivas de desencarnados?” “Temos desenvolvido a razão, mas, temos trabalhado o afeto?”

Qualquer ganho na evolução está diretamente ligado ao crescimento interior, que também é caminho para o equilíbrio e o bem-estar, mas isto não se dará apenas pelo estudo doutrinário, a leitura de belas mensagens ou por assistir a discursos emocionados.
É preciso ir além, estabelecer programas, utilizar recursos outros, tais como reuniões ou estudos interativos, além de oficinas com aplicação de exercícios e técnicas já existentes e outras que forem criadas, que possam efetivamente auxiliar a pessoa a transmutar valores negativos em positivos.
A decisão de desenvolver determinado valor e o trabalho contínuo nesse sentido, começam proporcionando ganhos de superfície. Com a continuidade do esforço, esses ganhos vão se aprofundando até alcançar o inconsciente, gerando ali as devidas transformações que passam a manifestar-se através do psiquismo em ATITUDES, não mais de superfície, mas resultantes de uma nova realidade interior.
Tais resultados, no entanto, só se conseguem mediante muito esforço e quando este passa a ser a nossa grande prioridade.
Para tanto, os trabalhos em grupo são os mais indicados. Há mais estímulo, os companheiros podem trocar experiências, aprender uns com os outros, incentivar-se, nutrir a contínua motivação, sem a qual fica difícil prosseguir. Faz-se menção aos Alcoólicos Anônimos, que encontram sua força justamente nas reuniões direcionadas ao fim proposto.
Um grupo que se reúne visando crescer interiormente transforma-se numa força coletiva, pois todos se ajudam mutuamente, e essa força é capaz de realmente transformar o homem velho em novo.
Uma valiosa ferramenta para o nosso crescimento interior está em começarmos a transmutar nossa preocupação com a censura externa, aquela que nos fazem, para uma interna; em sistematizar nossa consciência para estar sempre de atalaia junto à mente, observando os pensamentos ainda em seu nascedouro, para nos alertar a fim de lhes mudarmos o curso, sempre que estejam fora das linhas do amor e da verdade. Da mesma forma, com relação às palavras, emoções e ações. Quando nos habituarmos a esse exercício de luz, estaremos dando firmes e largas passadas nas trilhas da nossa evolução.
Os centros espíritas podem encontrar muitas maneiras para desenvolver naqueles que circulam entre suas paredes, uma cultura de crescimento interior. Isto pode ser feito através de reuniões específicas, oficinas, inserção desse tema nas reuniões, distribuição de folhetos apropriados, exposição de cartazes, como por exemplo: “Pense nas pessoas que estão neste ambiente e envolva-as numa vibração de afeto, confiança e alegria”, “Quer evoluir? Passe a desenvolver de forma contínua um estado de espírito fraterno e jubiloso”.
Se a diretoria de um centro se reúne visando a determinado fim, certamente encontrará os melhores caminhos para alcançá-lo.
Um livro que também poderá servir como apoio para esse desiderato, é de nossa autoria e intitula-se Crescimento Interior.
Em sua primeira parte, apresentamos um roteiro, um modelo-sugestão para reuniões, que pode ser adotado por grupos ou instituições ou, ainda, realizado em casa, da mesma forma como se faz o Evangelho no lar. A segunda parte é um manual individual.
 Esse livro pode ser adquirido a preço de custo nesta editora pelos grupos que o adotarem.

Uma forma prática

Uma maneira bem prática para desenvolver valores como o amor e a alteridade, tão importantes e mesmo fundamentais para a evolução espiritual do ser, é a de imbuir-se continuamente desses sentimentos e, quando em situações específicas, acrescentar a compaixão, naquela forma como foi explicada pelo Lama Padma Samten.
Mas, para conseguir resultados, é preciso exercitar-se muito. Ocorre que a grande dificuldade em qualquer intento dessa natureza é a memória, ou a falta dela. Geralmente só nos lembramos dos nossos propósitos depois de praticada a ação, dita a palavra, ou gerado o pensamento em desacordo com nossa intenção.
Digamos que alguém tem o hábito de coçar a ponta do nariz e deseja corrigir-se. Isto se consegue através de alguns passos: primeiro a memorização, depois a vigilância constante e por último a ação, ou seja, o freio. Se não memorizar essa decisão, não vai exercer a vigilância porque não vai lembrar-se. Não exercendo vigilância, não conseguirá evitar coçar o nariz.
E como podemos adquirir essa memorização?
Há várias maneiras. Muitos a conseguem trazendo-a continuamente ao consciente, lembrando-se dela a todo instante. Mas, para a maioria das pessoas, essa prática não dá bons resultados, porque, no fluxo do cotidiano, acabamos esquecendo o objeto da memorização, pondo a perder a oportunidade.
Há alguns anos, formamos um grupo de pessoas dispostas a trabalhar pelo crescimento interior. Iniciávamos a reunião com a discussão de um tema escolhido no encontro anterior, como a paciência, o perdão, a humildade, o medo, a depressão, a solidão, etc. Em seguida, fazíamos alguns exercícios práticos e encerrávamos com um relax com visualizações e induções positivas, sempre relacionadas à vivência que estava em pauta.
Numa dessas reuniões, alguém teve a excelente idéia de sugerir o uso de lembretes que nos ajudassem a memorizar melhor o que estávamos desejando alcançar, ou seja, a paciência, que tinha sido o tema do dia. Uns escreveram a palavra “paciência” num pedaço de papel, amarrotando-o e colocando-o no bolso ou na bolsa. Dessa forma, ao botarem a mão no bolso ou bolsa e o encontrarem, iriam trazer à memória a idéia da paciência, lembrando-se de que precisavam ser pacientes. Outros adotaram o uso de outros tipos de lembretes.
Como a impaciência era algo que eu não conseguia dominar, por mais que viesse tentando ao longo de muitos anos, resolvi fazer uma trança com pequenos cordões. Enquanto ia trançando, mentalizava a seguinte idéia: sempre que sentir ou olhar para esta trancinha, vou lembrar-me da paciência. Depois de pronta, prendi-a no pulso. Até que ficou um enfeite original... aos olhos dos outros.
Ao final da semana, percebi que aquele lembrete estava sendo tão importante que resolvi continuar e acabei usando a trancinha durante dois meses, até conseguir fixar no consciente a idéia de que precisava ser paciente.
Esse pequeno estratagema ajudou-me em dois meses muito mais do que os muitos anos de decisões sempre renovadas de desenvolver a paciência. A bem da verdade, ainda não posso afirmar que sou uma pessoa paciente, porque mudanças dessa natureza, em caráter definitivo, só se conseguem em trabalho de longo curso e quando tais valores alcançarem o inconsciente e ali se estruturarem. Mas o primeiro e o segundo passos já foram dados com segurança.
Assim, imbuir-se continuamente de sentimentos de amor, de fraternidade e de compaixão com relação a tudo e a todos, representa formidável conquista para a evolução espiritual do ser. E quando isto ocorre com companheiros que militam na seara espírita, o benefício se estende de forma imprevisível.


Outra forma de colaborar

Se possuímos conhecimentos mais avançados e sabemos que podemos colaborar mais efetivamente na transição do nosso mundo para um modelo melhor, não apenas pelas atividades comuns nos centros, mas também através da prece, das vibrações e visualizações voltadas para a humanidade, que estamos esperando para iniciar um amplo movimento nesse sentido?
Você que é dirigente, trabalhador da seara, freqüentador ou mero leitor de obras espíritas reflita sobre a importância do momento que estamos vivendo. Lembre que a nossa responsabilidade ante a coletividade se amplia à medida que vamos adquirindo mais conhecimentos, capacidade e aptidões. Pense o quanto pode ajudar, desenvolvendo vibrações benéficas direcionadas à comunidade espírita e, mais ainda, quando habituar-se a sempre enviar pensamentos e emoções positivos, luminosos, para nossa humanidade e nosso planeta, acrescidos de pedidos ao Pai Celestial para abençoar a nossa nave cósmica. Essas vibrações, essas energias, irão somar-se a outras de igual teor, o que irá ajudar, e muito, nesta difícil transição planetária, que já está começando a dar seus primeiros sinais.
Quando a nossa vida pessoal ou a de algum familiar está complicada, com dificuldades, que fazemos? Além das providências cabíveis, o nosso pensamento se volta sempre para o Alto, em busca da ajuda divina; muitas vezes pedimos preces aos amigos, aos companheiros da Casa espírita, e procuramos envolver a situação numa vibração benéfica.
Se a nossa Casa Planetária está complicada, em dificuldades, por que não fazermos o mesmo? Se o mundo vai mal, nós também sofremos com ele. Se a humanidade caminha à beira de um abismo, nós estamos caminhando com ela.

Convocação
No prefácio de O Evangelho Segundo o Espiritismo, o espírito Verdade faz uma grande convocação, informando que os “tempos são chegados, em que todas as coisas devem ser restabelecidas em seu verdadeiro sentido”.
Agora, se prestarmos atenção, podemos perceber como nos últimos anos vem vertendo dos planos superiores uma nova convocação. Desta vez, para a VIVÊNCIA dos valores que foram apresentados por Jesus e por tantos outros luminares, ao longo dos séculos. Estamos realmente adentrando um período que deve priorizar as ATITUDES, em detrimento dos velhos discursos.
 Mas não pensemos, em nossa natural vaidade, que essa convocação para a vivência do amor e de valores éticos esteja destinada apenas a nós, espíritas. Ela abrange a humanidade inteira e cada qual vem recebendo-a, ou rejeitando-a, de acordo com seus próprios padrões psíquicos e evolutivos.
Pergunto: De que forma iremos nós, espíritas, interpretar e nos posicionar ante esse novo chamamento, procedente dos planos mais elevados?

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“Agenda Mínima para Evoluir - (Resumo extraído do opúsculo do mesmo nome)

É fácil observar o quanto, em nosso esforço evolutivo, vimos desperdiçando forças em ações esporádicas e dispersas que dificilmente conseguem levar a realizar a tão propalada reforma interior, desestimulando o candidato à evolução.
Além disso, há a questão da metodologia. Buscando nossa evolução espiritual, ou reforma interior, geralmente trabalhamo-la na superfície, procurando controlar os efeitos, ou seja, nossos pensamentos, palavras, sentimentos e ações, visando adequá-los aos ensinamentos do Evangelho. Assim, cuidamos dos efeitos e não das causas. Daí, as grandes dificuldades que encontramos, entravando nossos processos evolutivos. Com isso, podemos permanecer por “n” encarnações apenas nas tentativas de reforma e crescimento interior.
Portanto, é necessário ir à raiz, às causas.
Foi dessas reflexões que surgiu a idéia de uma agenda mínima para resumir todo o processo evolutivo em apenas poucos pontos, e de ir à raiz, ao alicerce, ou seja, priorizar a ação evolutiva a partir dos estados de espírito que são o fundamento de todos os nossos movimentos de vida.
Assim, cuidando desse “clima interior”, estaremos facilitando sobremaneira a vivência de atitudes mais condizentes com o conhecimento espiritual que já alcançamos e com o nosso momento evolutivo.
Podemos então resumir todo o processo evolutivo em apenas sete pontos, sendo quatro essenciais e três complementares.

Os quatro pontos essências são estados de espírito.

O primeiro e mais importante de todos é a afetividade. É uma expressão do amor e contempla grande número de ações e atitudes dos ensinos do Mestre.
A afetividade nos predispõe à mansidão, ao perdão, e a ver o outro com um olhar mais fraterno, mais solidário.
A presença de uma pessoa afetuosa tem o poder de transformar o ambiente onde estagia, seja no lar, no local de trabalho, ou no centro espírita. Mas para isso a afetividade precisa ser real, verdadeira, não simulada ou do tipo cultivado apenas em certos momentos e situações.
Desenvolver afetividade nos estados de espírito é gerar transformação nas profundezas do ser.

O segundo ponto é a alteridade. Pode-se dizer que ela reflete uma leitura mais clara de uma realidade maior, nos informando de que nunca somos os “donos da verdade”, porque esta pertence ao Criador, e que sempre temos o que aprender, mesmo com aqueles que podemos considerar inferiores a nós.
Resumidamente, pode-se dizer que ela representa o respeito que devemos ter para com todos, além da disposição para aceitar e aprender com os que são e pensam diferente de nós. É também a construção da fraternidade apesar das divergências, respeitando-as e procurando aprender com as diferentes opiniões. Mas não significa deixar de discutir, debater, questionar. A discussão, o debate e o questionamento são saudáveis quando se respeita o outro, a sua maneira de ser e de pensar. É, sem dúvida, o veículo capaz de conduzir a humanidade para a tão esperada nova era.
Um estado de espírito alteritário nos ajuda a desenvolver humildade e tolerância


O terceiro dos pontos essências é a humildade, ou seja, uma percepção clara da nossa real condição. Nem para mais, nem para menos.
Se for para mais, nos levará ao orgulho, porque pensar que somos mais evoluídos do que nossa realidade, acarreta envaidecimento. Pela nossa pouca evolução, estamos ainda muito propensos a cair nessa ilusão.
Se forçarmos nossa percepção para menos, isto nos levará a uma situação irreal e à diminuição da nossa auto-estima, o que é prejudicial para nossa vida e evolução.
O quarto dos pontos essenciais é o contentamento.
É importante, é fundamental desenvolver os valores que nos tornam pessoas melhores, presenças benéficas. Mas quanto a nós? O que fica faltando para alcançarmos a plenitude? Onde ela se encontra? Certamente está no coroamento dos valores da alma, no contentamento, que é nossa vibração de vida.
Pense numa pessoa afetuosa, alteritária, que já tenha adquirido os valores da humildade, mas triste, desalentada, arrastando sua cruz vida afora. É como um pássaro de uma só asa. Como levantar vôo para novas conquistas espirituais, se falta essa seiva de vida, o contentamento?
Temos então quatro pontos essenciais, que são estados de espírito, para serem desenvolvidos continuamente, memorizando-os, trazendo-os sempre à mente e cuidando de senti-los vibrando na intimidade da alma.

Chegamos agora aos pontos complementares, que estão na mente e na vontade.

O primeiro é o equilíbrio, um dos mais importantes valores do ser, que possibilita maior número de acertos e evita muitas quedas. É irmão gêmeo da sabedoria e deve estar sempre presente em todas as nossas movimentações de vida.
Usando de equilíbrio saberemos como agir com afetividade, norteando os envolvimentos de forma a não transformá-los em algemas, ou em dependência de qualquer natureza.
Na alteridade, o equilíbrio é fundamental para orientar nossas reflexões, debates ou discussões com serenidade, isenção de ânimo e maturidade, possibilitando gerar as mais acertadas conclusões.
Na humildade é o suporte necessário para não cairmos nos extremos, sempre prejudiciais.
No contentamento evita exageros e falsas exibições.
Em todos os atos e passos do nosso existir o equilíbrio é valor fundamental, porque nos proporciona um alicerce necessário ao correto entendimento de tudo. Representa a maturidade despontando em quem o possui.
O segundo dos pontos complementares é o compromisso. Nos sentirmos comprometidos com as atividades participativas e/ou benfeitoras assumidas, sejam espíritas ou não; comprometidos com nossa própria evolução pessoal, priorizando-a em todos os momentos e em quaisquer situações.
Mas para que nossos propósitos evolutivos não fiquem só na teoria, é preciso que se transformem em atitudes, o último dos pontos complementares.

Assim, com estes sete pontos na mente, bem memorizados, é só começar a trazê-los para o cotidiano, procurando desenvolver continuamente estados de espírito afetivos, alteritários, de humildade e de contentamento; ter como diretriz o equilíbrio;  comprometer-se com a própria evolução e com as responsabilidades assumidas, e materializar esses propósitos em atitudes.”



* * * * *

Em novembro de 2004, aconteceu em Belo Horizonte um encontro de companheiros que, em contato com os livros de Ermance Dufaux, haviam sentido, em profundidade, a necessidade urgente e premente de trabalhar pelo próprio crescimento em bases mais atuais e mais adequadas a esta época de transição que estamos vivenciando. Mais de cem pessoas, das mais diversas partes do país, trocaram idéias e experiências, firmemente decididas a continuar desenvolvendo sentimentos e ATITUDES de amor, de afetividade, de alteridade, de contentamento e demais valores tão bem apresentados por Ermance, como também de levar esse “trabalho” para o âmbito das instituições nas quais militam.
Foi um evento inesquecível, no decorrer do qual era possível sentir no próprio ar o amor, o afeto e a alegria, em vibrações de poderosas motivações para a continuidade desse trabalho que visa a algo muito difícil e que sempre encontra inúmeros opositores, uma mudança de paradigmas.
Durante esse encontro, vários companheiros narraram suas experiências relacionadas a este movimento, dentre as quais destacamos a do CELUZ, cujo resumo apresentamos, como exemplo que pode ser seguido por outras instituições.

CENTRO ESPÍRITA LUZES NO CAMINHO – CELUZ
Travessa Mauriti, 726 – Pedreira – Belém/Pará - Fone: (91)254-5940
Fundado em 04 de janeiro de 1981, esse centro é adeso à União Espírita Paraense e administrado por um modelo de colegiado, composto pelos diretores dos diversos departamentos.
Possui quinze grupos de estudos do chamado ESDE, onde enfoca o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo e de O Livro dos Espíritos. Tem uma média de 400 participantes ao todo. E destes, 120 são trabalhadores.
Possui cinco grupos de reunião mediúnica, destinados ao apoio das diversas atividades do centro: Crianças – Jovens – Adultos – Trabalhadores e Casos Graves.
Realiza, há quase cinco anos, atividades de autodescobrimento, para trabalhadores, através do estudo da série psicológica de Joanna de Angelis, do Hamed e ultimamente Laços de Afeto. Esta atividade está sendo reestruturada e se chamará “O Despertar do Espírito”.
 RESUMO DAS MUDANÇAS OCORRIDAS A PARTIR DE JULHO 2004
O projeto Em Busca de Novos Aprendizados foi elaborado todo ele com base nos ensinos dos livros da Hermance Dufaux e teve seu início no dia 17 de outubro de 2004, com uma organização voltada para quinze grupos de estudos.
A partir de dezembro de 2004, foi iniciada a construção de dois projetos, o de “ Relacionamento Afetivo” e o de “Amor ao Próximo”, como coroamento da preparação que tiveram em outubro, novembro e dezembro, com a finalidade de abrir o coração ao amor, na prática. No final de 2005, avaliaremos o quanto se realizou.
O mesmo programa está sendo aplicado no ex-núcleo Raio-de-Sol. Lá o grupo tem menos nível cultural e foi preciso modificar a metodologia, evitando leituras de textos. São os mesmos textos, mas levados com dinâmica e estudo de casos.
Foram criadas planilhas como rumos para uma melhor organização das ações que os grupos vão construir, a fim de exercitar o afeto.
O projeto Em Busca de Novos Aprendizados está sendo aplicado pelos próprios monitores. Eles têm sentido dificuldade, em virtude de as mensagens atingir-nos em nossos limites, por isso o projeto tem sido bom.

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Você está convidado
Assim, essa Rede de Afeto, que vem se instalando nos meios espíritas ao longo do nosso país, está convidando você, caro leitor, a iniciar um novo ciclo de reposicionamentos, um repensar de atitudes, um mergulhar profundo na intimidade de si mesmo, em busca dos valores divinos que ali dormitam.
Traga, pois, você também o seu amor, seu entusiasmo e sua alegria, e junte-se aos tantos outros corações que sentiram a convocação da espiritualidade superior e vêm procurando caminhos e meios para desenvolver atitudes de amor, primeiro em si mesmos e depois, nos ambientes onde atuam.
Para isso, não serão necessárias filiações nem formalismos, apenas é preciso decidir-se.
Contato: fatima@inede.com.br



NAMASTÊ!


 

5 comentários:

Espaço Cris Padilha disse...

Amiguinha, tem mimo de natal aqui no meu cantinho pra vc, passe na salinha "presentes de natal" e pegue o que gostar, tá? Lindo fim de semana, BJão!

Phivos Nicolaides disse...

Muitas felicidades para você e sua linda família. Uma linda semana, mulher maravilhosa Marineide!

Aurelio MC Gomes disse...

2ª Blogagem Coletiva: Sinais Do Fim Dos Tempos – Prenúncios Da Volta De Cristo! - ed. 2010

Obrigado por confirmar sua participação na 2ª Blogagem Coletiva: Sinais Do Fim Dos Tempos – Prenúncios Da Volta De Cristo! - ed. 2010, mas não

consegui encontrar a postagem em seu blog, espero que façás o post relacionado ao tema proposto. Deus o abençõe nunca é tarde para falar do amor de Deus

e de sua volta.

"http://aureliomcgomes.blogspot.com/2010/12/fimd

ostempoprenunciosdavoltadecristo2ed.html"

"ou clique aqui -> Post -Fim Dos Tempos

Prenúncios Da Volta De Cristo 2 ed. 2010"


Obrigado pela atenção, espero que você seja abençoado por Deus por fazer a diferença.

Amo ler seus comentários e tenho prazer em responde-los

"...:: Vote No Blog - seu voto é importante ::..."
"http://aureliomcgomes.blogspot.com/"
"Blog Eu Sou o Mensageiro!"

Fique na paz do Senhor
Será um prazer ler seus comentários,
Faça um Blogueiro mais feliz, COMENTE!

Atenciosamente,
"Aurelio MC Gomes - Blog Eu Sou o Mensageiro!"

Anônimo disse...

This is the most interesting blog I have read all month.


insurance data

SONINHA disse...

A maioria das pessoas se preocupa tanto com o exterior e esquece o mais importante.
Beijocas, lindona!

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Oração do Amanhecer Senhor, no silêncio desse dia que amanhece, venho te pedir a paz, a sabedoria e a força. Quero olhar o mundo com teus olhos e, assim, ver somente o bem em cada um. Guarda meus ouvidos de toda a malícia; a minha língua, de toda a maldade. Que minhas mãos expressem gestos de caridade. e, que no decorrer deste dia, eu possa Te revelar a todos.

Amém!

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Oração do Anoitecer Obrigado, Senhor, por mais este dia que termina, por tudo o que nele aconteceu. Obrigado pelo trabalho e estudo de hoje. Obrigado pelos novos ensinamentos que adquiri. Obrigado pelo alimento material e espiritual que recebi. Obrigado pela alegria que me concedeste ao encontrar-me com meus amigos. Obrigado pelo amor que encontro nos olhos dos meus familiares. Obrigado pela paz que nasce de cada encontro com o Cristo vivo e presente na Palavra que ouço, na Eucaristia que comungo e nas pessoas com quem convivo. Obrigado, Senhor, por tudo!

Amém!

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Pelo poder da Santa Cruz Pelas palavras de Jesus Pelo poder da Terra, do Ar e do Mar Pelo poder que Deus me dá Eu tiro todo mal, toda inveja, todo olho grande de mim, do meu corpo, da minha casa, do meu lar, do meu trabalho E trago muita paz, muito amor, felicidade e prosperidade. Amém

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Do ponto de Luz na Mente de Deus

Que flua luz às mentes dos Homens,

Que a luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus

Que flua amor aos corações dos homens,

Que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,

Que o propósito guie

as pequenas vontades dos homens,

Propósito que os Mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens,

Que se realize o Plano de Amor e de Luz

E se feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam

O Plano Divino sobre a Terra,

Hoje e por toda a eternidade.

Amém